Indústria 4.0

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Como a nova revolução industrial está mudando o mundo

A indústria e a sua organização, são um dos pilares do capitalismo da forma como o concebemos. Para termos um melhor entendimento sobre a sociedade na qual estamos inseridos é necessário entender como a indústria evoluiu e como essas transformações calaram fundo na sociedade humana. A quarta revolução industrial, ou “indústria 4.0” é a mais nova dessas transformações. 

Cada uma das quatro revoluções que passamos transformou o mundo em diversas áreas, até a geografia, por exemplo, foi impactada. O mundo “conheceu” novas cidades e países a cada revolução.

1ª Revolução Industrial

Até 1750 a produção de bens materiais era feita de forma lenta e disforme, não existia ainda no mundo um sistema capaz de organizar e homogeneizar a produção, afinal tudo era manual. Artesãos se espalhavam por todos os lados, cada um com sua técnica, cada um com seus processos. 

Em 1750 o mundo começou a sofrer o que viria ser conhecido por “revolução industrial”. Basicamente esse fenômeno foi motivado pelo advento de três tecnologias, que transformariam o mundo por completo: a máquina a vapor; o tear mecânico; e a máquina de fiar. 

Com o aumento da produção de bens materiais o preço dos mesmos caiu, tornando possível o comércio internacional e aumentando o mercado consumidor. Dessa maneira o capitalismo passou a realmente tomar forma e as classes passaram a ser, ainda mais, definidas, instituindo quase um sistema de castas em plena Londres. Os burgueses donos das fábricas e os proletários explorados no chão e nas máquinas. 

2ª Revolução Industrial

A segunda revolução industrial ocorreu durante o fim do século XIX e o início da segunda guerra mundial. O período ficou marcado pelo melhoramento das tecnologias pré-existentes e, principalmente, pelo altíssimo investimento em pesquisa, especialmente no campo médico. A penicilina, por exemplo, foi descoberta por Alexander Fleming nesse período. 

Os principais marcos desse período estão relacionados ao uso do petróleo: o motor à combustão e o aço. 

A primeira guerra mundial levou destruição a boa parte da Europa, em uma terrível guerra de trincheiras que rasgaram, literalmente, os solos do velho mundo. Enquanto isso, não muito distante dos campos de batalha, outra revolução acontecia dentro dos muros das fábricas. 

3ª Revolução Industrial 

A terceira revolução industrial começou depois da segunda guerra mundial. As bombas atômicas, a Alemanha dividida, a Guerra Fria, a corrida espacial. Essas são as grandes molduras que abraçam a terceira revolução industrial. 

Gagarin disse: A Terra é azul. 

Armstrong disse: Esse é um pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade.

Ambos estavam certos. Depois disso veio a internet, a computação, a robótica, a genética e a biotecnologia. Aí se deu a 3ª Revolução Industrial. O que poderia vir depois?  A internet estava unindo tudo, derrubando conceitos que antes eram dogmáticos, caiam as fronteiras, caiam as barreiras do idioma. As máquinas modernizavam os processos. E, se antes os produtos eram homogêneos agora toda a sociedade o era. Toda a sociedade passava por um processo de pasteurização cultural. A música se tornava enlatada, a moda também. 

O que restaria? O que o terceiro milênio guardava para a humanidade? 

4ª Revolução Industrial 

A Indústria 4.0 pode ser chamada de “internet das coisas” se antes as pessoas dominavam a internet e estavam completamente conectados umas a outras, agora as máquinas passaram a integrar a internet dentro de si e se conectar criando uma imensa rede de informações. 

    Os grandes data centers centralizam volumes imensos de informação, imensas bibliotecas de Alexandria, que, simplesmente, não podem ser queimadas. Pois estão naquilo que decidimos chamar de “nuvem” um espaço completamente imaginário onde não existe nada. Mas, ao mesmo tempo, está a maior parte do conhecimento da humanidade. 

    O mundo físico e biológico se uniram ao digital. A necessidade de se ter uma estrutura física passa não existir. Tudo pode ser na nuvem. Surgem, ou resurgem, fenômenos que a muito tempo nós não víamos. Nômades Digitais. Profissionais liberais. A estrutura de empregos como conhecemos passa a ser ameaçada. 

    Estruturas centenárias e, até então, intocáveis passam a ser consideradas desnecessárias e profundas micro-revoluções surgem por todos os lados. A escola está, finalmente, sendo reformulada. Os trabalhos braçais passam a ser cada vez menos necessários, as indústrias são completamente mecanizadas e os humanos passam a ter valor quando conseguem ter uma grande carga de conhecimento. 

    E em um naturalíssimo ciclo da vida os produtos passam a ser, novamente, únicos. Gradativamente a humanidade passa a negar a homogeneização, as pessoas percebem que querem ser elas mesmas e não o famosinho da internet. As máquinas são facilmente reprogramáveis, por isso os produtos podem ser feitos de forma a criar novas características em produtos já existentes. 

    Inteligência artificial, sensores inteligentes, nuvens, internet das coisas, especialização, terceirização, heterogeneidade. Ufa. Mas se falamos que a indústria reflete a sociedade e vice-versa o que está sendo refletido? 

    O fim da velha masculinidade, a liberdade aos lgbts, o poder de escolha de ser exatamente o que se quer ser. Sem se prender a amarras sociais. O mundo está em parafuso. Se revolucionando muito rapidamente. O que sobrará? 

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